quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Risível história do cabreuvense.



Era uma sexta-feira, dia 17 de agosto de 2007, quando José Thiago de Mello, um ajudante geral de Cabreúva, veio visitar seu pai na cidade de Itu, chegando por lá às três e meia da tarde (A). Como não encontrou seu ente querido em casa resolveu dar um passeio pela cidade, indo até o Jardim Vitória (B) e de lá retornando ao centro. Tudo deveria ter terminado assim, mas...

O passeio foi longo, afinal, José Thiago conhecia pouco a cidade. Já era madrugada de sábado, uma e meia da manhã, quando uma pessoa em cima do telhado da loja Schanosky Antenas Parabólicas (C), assobiou para ele. Muito prestativo, o rapaz se aproximou, e o rapaz de cima da loja pediu que Thiago o ajudasse a passar uma caixa por cima da grade, colocando-a na calçada. Com toda cortesia que lhe é familiar, o mancebo ajudou ao desconhecido, que pulou então para a rua. Chegando ao solo o rapaz vê um vigilante noturno que por ali passava com sua moto e fala para Thiago: "vai sujar, corre". Fala isso e já sai no pique, e o cabreuvense corre para o outro lado, perseguido de perto pelo segurança, que com auxílio da Guarda Civil Municipal, deteve o indivíduo na Praça do Carmo (D), em pleno centro da cidade.

O vigilante noturno Aguinaldo Pedroso, um cotiense de 44 anos, confirma a versão do rapaz. De fato, ele viu Thiago pegando a caixa e colocando-a na calçada, e viu também o outro rapaz que correu para o outro lado. Após perseguir Thiago, Aguinaldo ligou para o proprietário da loja, O paranaguaense José Elias Schanosky, que foi até seu comércio e constatou que os jovens haviam retirado e danificado: 30 telas de alumínio para armação de antenas e 3 armações para antenas de UHF, num valor aproximado de R$ 330,00. Shanosky chama a atenção para a destreza necessária para realizarem tal furto, visto que a empresa possui grades e portões com mais de dois metros de altura, encimados por arame farpado, mas que nem isso desestimulou os meliantes.

Ao gcm Adorian, Thiago informou que já era conhecido dos meios policiais de Cabreúva, o que explica o fato de quando o Delegado de Polícia Dr. José Moreira Barbosa Netto, ter tentado contato com a mãe do garoto ela ter lhe respondido que "os problemas do filho dela eram problemas dele mesmo".

O juíz de direito Dr. Hélio Villaça Furukawa declarou em sua sentença: "a alegação de que apenas passeava pelo local é risivel e não merece nenhuma credibilidade". Mas o réu não pode ouvir sua pena, afinal, a justiça ainda está a sua procura.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Furto na loja de doces da Vila Nova.



Um homem em desembalada carreira desce a rua Joaquim Bernardo Borges, no bairro Vila Nova em Itu, em direção ao Hospital Sanatorinhos, seguido de perto por um rapaz que o persegue. Esta cena foi descrita ao gcm Gilmar que estava em patrulhamento ali perto e rapidamente que conseguem alcançar aos dois personagens.

O primeiro era o servente Antônio Anselmo Soares, 38, natural de Palmeirândia, que estava a frente sem camisa e atrás vinha o estudante Bruno Gabriel Padovan de 17 anos, filho do proprietário da Star Doces, Antônio Donizetti Padovan, que estava viajando.

Antônio explicou o por que de estar fugindo de Bruno: tinha bebido um pouco e estava resolvido a comer um doce; passando pela doceria em que estava o garoto, comprou e pagou normalmente a guloseima, mas como o rapaz estava ao telefone, achou que este não perceberia quando ele tirasse uma grana do caixa. Mas o diabo ajuda a fazer mas não ajuda a esconder. Quando estava pegando o  dinheiro, umas moedas vieram a cair no chão, chamando a atenção de Bruno, que não teve dúvidas: correu atrás do prejuízo. Ele até jogou o dinheiro que tinha pego no chão, mas o estudante agarrou a grana e ainda assim o alcançou.

Levado a presença do delegado de polícia pelos guardas municipais, Antônio Anselmo, que já foi processado dezessete vezes por furto, foi preso, e responderá a este crime atráz das grades.

domingo, 1 de novembro de 2009

Catador de papéis é salvo por GCMs.


A garota acorda assustada. Sua mãe disse que a tia Rosa havia tentado matar o seu tio Alvacir. Passava um pouco das 16 horas da sexta-feira, dia 30 de maio de 2009. Valéria da Conceição Américo levanta e sabendo da gravidade dos ferimento chama o serviço de ambulância, mas não tem nenhuma naquele momento que possa socorrê-la. Disca então 199 e pede ajuda à Guarda Civil Municipal, que chega em poucos minutos. Segundo o Promotor de Justiça de Itu, Dr. Alexandre Augusto Ricci de Souza, a vida do caranaibense Alvacir Fernandes da Silva se deve a gcm Rosimary e ao gcm Rosival que prestaram eficiente socorro à vítima.

Alvacir está amasiado com Rosalina Américo à oito anos, ambos são catadores de papéis e vivem em Itu, na Vila Progresso, na Rua Segundo Feriozzi. Naquele dia, o casal que tinha por hábito brigar violentamente, exagerou, Alvacir sofreu um profundo corte de sete centímetros no pescoço que quase o levou à morte, deixando-o três dias no hospital e causando paralisia parcial dos movimentos de um dos lados do corpo.

Ela contou que...

Seu amásio Alvacir tem costume de beber, e naquele dia...

... seu marido que era demasiadamente ciumento, chegou em casa e foi conversar com o pai dela, que por ali estava. Aparentemente ele tinha ficado muito nervoso com ela, ciúmes de um cara que teria estado por ali a conversar com o seu pai, mas que ele encasquetara que tinha ido atrás dela. Ela que é uma senhora "com uma filha e dois netos", mesmo ninguém de fora entrando na casa ele achava que sempre tinha algo de errado, que ela estaria sempre colocando chifre nele. De repente ele vira e joga uma garrafa de 51 na direção dela, a garrafa estoura sobre o tanque de lavar roupas, ela pega um pedaço e joga na direção dele. Pronto, mal feito, feito.

Ele contou que...

Sua amásia Rosa tem o costume de beber, e naquele dia...

... ele tinha ido visitar seus filhos no CEACA, e quando voltou de lá contou para ela que naquele dia não houve visitas, ela já aparentava estar muito nervosa. Ele foi então preparar um caldo de cana para acalmá-la, e levou um susto quando ela começou a gritar com ele: "filho de uma égua", "isto é uma prisão", e outras coisas. Mas ele não perdeu as estribeiras, ficou confeccionando um "teclado de garrafas" que pretendia dar para o pai dela. Como ela viu que ele não ia perder a calma, ela acabou saindo comprar uma 51, que tomou toda sozinha. Quando voltou jogou um pedaço da garrafa em sua direção, acertando-o, e mesmo vendo-o sangrar muito, ainda jogou para fora da casa toda a suas roupas.

Ambos concordam que...

Foi brincadeirinha e que querem ficar morando juntos por muitos anos. E como ambos concordaram com isso, a juíza da 1ª Vara Criminal de Itu, Drº Andrea Ribeiro Borges, acolheu a tese da promotoria e da defesa que pediram a desclassificação do crime de tentativa de homicídio para lesão corporal grave. Condenando Rosa à 3 anos e meio em regime semi-aberto, ela que já possui outras duas dúzias de condenações por furto, lesão corporal e tentativa de homicídio, já está na rua, podendo viver com seu amado no aconchego de seu lar.